Depressão pós parto: é preciso falar sobre isso!

Olá mamães!!!

Trouxemos hoje para nosso blog um assunto que tem ganhado força e um pouco de luz, porém que ainda é visto com olhos de preconceito por muitas pessoas. A depressão em qualquer fase da vida deve ser vista com cuidado, respeito e muito carinho pelas pessoas que estão ao redor! Quando se trata da depressão pós parto, o assunto que por si já é delicado, acaba ganhando uma atenção extra, já que no cenário existe uma vida totalmente dependente de cuidados e alimento: o bebê.

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“Meu filho tem medo”. Como ajudá-lo?

Crianças podem ter inúmeras formas de demonstrar insegurança, o medo perante uma situação nova, um objeto estranho ou até mesmo de barulhos fortes pode ser uma delas. E isso é normal. A maioria desses desconfortos tendem a desaparecer conforme a criança vai se adaptando ao mundo, explorando e conhecendo as coisas que o rodeiam, não é de uma hora para outra… Pelo contrário, pode demorar meses e talvez até mais de um ano. Por isso, é preciso ter uma boa pitada de paciência, jogo de cintura, e claro, amor sempre!

E aí que muitas mães e pais ficam na dúvida de como agir e reagir perante as manifestações de medo dos filhos. O mais comum é a resposta que tanto estamos acostumados a ouvir: “Não precisa ter medo” – a tentativa, em vão, de convencer o filho a racionalmente não sentir aquilo. Então, o que dizer? O que fazer?

Costumo dizer que devemos ‘estar junto’ e ‘sentir junto’. Não rir, não tirar sarro. Aquele medo ou sensação ruim é de verdade, ele (a) realmente está sentindo aquilo e não deve ser menosprezado por isso. É o momento dele (a) sentir segurança, de ouvir “Sei que isso te assusta, mas eu vou estar aqui do seu lado e não vou te deixar. Se for preciso te pego no colo.”

Claro que fora de um ambiente de contato com o medo (pode ser de animais, de fantasias, de barulhos) pode-se colocar a criança perante uma história em que isso apareça e mostrar como as pessoas costumam a driblar seus medos. Conte a ela também quais eram os seus medos quando era criança, diga que adultos também sentem medo.

Outra sugestão: explique bem detalhadamente, por exemplo se o medo for do barulho do secador de cabelo, explique sua função, fale que tem um motor dentro. Depois disso, coloque a criança em contato de maneira segura, claro que não durante uma crise de medo, mas em algum momento da sua rotina mostre que o secador de cabelo pode ser útil para secar a roupinha dele quando cair um pouco de água, por exemplo.

Invente histórias, com os personagens preferidos ou outras crianças, em que seja preciso enfrentar a situação de perigo e sair de maneira vitoriosa.

Quem sabe vocês ‘adotam’ um super herói (pode ser um bicho de pelúcia ou mesmo em forma de boneco, para as famílias que inserem a religião na educação da criança, seria um ótimo momento para dizer que se tem um Deus Pai protetor) que teria a função de proteger a criança, que o ajudaria inclusive a conhecer pessoas novas, que poderia estar ao lado caso o medo fosse da cama nova, do escuro ou de ficar sozinho no quarto.

Não existe receita pronta. Conversem com outros pais, troquem figurinhas. Não deixem de perceber a intensidade do medo e se isso está afetando a rotina da criança, deixar de brincar, medo de tomar banho ou comer. Se isso estiver acontecendo, é hora de bater um papo com o pediatra e conforme orientação, ajuda de um psicólogo!

Querem bater um papo??

mundogestante@gmail.com

Beijos!!

Benefícios da yoga na gestação

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A prática da yoga traz benefícios para todas as pessoas, inclusive para crianças e gestantes, basta apenas que alguns exercícios sejam adaptados!! Vamos citar alguns pontos positivos??

1 – Alívio da ansiedade

Seja a ansiedade pela gestação ou gerada no dia a dia, a prática da yoga  faz o exercício de ‘voltar para dentro de si’, perceber-se no momento aqui e agora que se está vivendo, se desligar das expectativas futuras ou experiências passadas.

2 – Diminui dores lombares

A musculatura da coluna vertebral deve estar disposta a resistir o aumento de peso que a gestação vai causar, para isso deve ser fortalecida. Com as posturas da yoga e a consequente conscientização corporal que ela desenvolve, a mãe deve perceber seus erros de postura e principalmente da bacia para manter a coluna sadia durante o período gestacional.

3 – Melhora a circulação

Além do acompanhamento do médico e dos cuidados com alimentação, algumas posturas da yoga favorecem a boa circulação do sangue, através inclusive das técnicas de respiração ao oxigenar o sangue.

4 – Flexibilidade no sistema respiratório

A respiração durante a prática de yoga é um exercício constante, pois é sempre muito profunda e intensa. Muitas mães sofrem da falta de ar a medida que o bebê cresce e ocupa maiores espaços, mas através do treinamento durante a prática, é possível que essa falta de ar seja substituída aos poucos por um fluxo mais constante e automático do ar pelo diafragma.

5 – Benefícios psicológicos

Apesar de já ter citado a melhora no nível de ansiedade, também é possível listar alguns pontos que fortalecem o estado psíquico e emocional da mamãe, como por exemplo: aumento da auto estima (com isso diminui chances depressivas), auto confiança, consciência corporal, maior contato com a realidade e com o momento presente e diminuição do nível de estresse.

Alguma mãe na moda se animou a praticar, depois de saber tantas coisas boas??? A Gisele Bundchen mesmo depois da gestação pratica yoga, inclusive agora acompanhada e sempre posta no seu Instagram (@giseleofficial), separamos uma para vocês:

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Fonte: @giseleofficial

Beijinhos!!!

Depressão: como identificar?

O assunto de hoje ainda é gerador de muitas dúvidas nas mamães e em seus familiares, porque sabemos que as alterações de humor durante a gravidez são frequentes, mas como identificar se os sentimentos de desânimo e apatia precisam ser acompanhados mais de perto por um profissional?

Bom, é comum que mesmo as mães mais animadas e dispostas em algum momento da gravidez fiquem cansadas. Cansadas não só fisicamente, das intermináveis vontades de fazer xixi, da azia inseparável e dos pés inchados, mas também do estado geral do seu corpo e das suas ansiedades e fantasias, simplesmente “Cansei de estar grávida.”

E aí, muitas se perguntam: “Será que estou ficando louca?” e outras ainda têm medo de expor esse sentimento com medo do julgamento das pessoas de fora. Se você também já passou por isso ou conhece alguma mamãe que está passando, acalmem-se!!! Claro que é normal esse esgotamento, são tantas mudanças ao mesmo tempo e isso pode cansar sim.

O que devemos tomar bastante cuidado e atenção é se essa desmotivação passa a ser frequente e interferir nas atividades do dia a dia, ou seja, na FREQUÊNCIA, nas CONSEQUÊNCIAS e nas REAÇÕES. E, se a partir dessas observações da própria mamãe e também das pessoas que a cercam concluírem que realmente será necessário procurar ajuda de um psicólogo, faça isso para o seu bem estar e também do bebê!!!

Pelo menos 10% das gestantes sofrem de depressão durante a gravidez, apesar da depressão mais comentada ser após o parto.

Outras dicas, além da terapia, para que você se sinta melhor durante a gravidez: pratique exercícios físicos, se organize para não ficar muito atarefada e aumentar sua ansiedade e converse bastante com pessoas de sua confiança!!

Por hoje é isso queridas!!

Um beijo