Atenção, grávidas! O Papa Francisco tem um pedido para vocês

Oi mamães! Hoje queremos começar a semana com uma mensagem de uma pessoa pra lá de especial que mandou um recado MEGA profundo e importante para as gestantes.

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A cada mulher grávida, quero pedir afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Esta criança merece a tua alegria.

Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo.

Ocupa-te daquilo que é preciso fazer ou preparar, mas sem obsessões, e louva como Maria: “A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da sua serva “ (Lc 1, 46-48).

Vive, com sereno entusiasmo, no meio dos teus incômodos e pede ao Senhor que guarde a tua alegria para poderes transmiti-la ao teu filho.”

Que a semana de vocês seja REPLETA de muitas alegrias!!!!

Com carinho,

Mãe na Moda

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O que é assessoria materna?

blog mãe na moda depressão pós parto

Você já ouviu falar sobre assessoria materna? Imagina o que seja esse tipo de serviço? O que será que uma assessora materna faz, os serviços que presta e a importância deles durante e após a gravidez?

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A importância dos preparativos para a chegada do baby!

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Oi queridas!!

Hoje vamos conversar um pouquinho sobre a importância da preparação do quartinho, da decoração, das comprinhas, enfim.. de tudo aquilo que antecede a tão esperada hora de ter o bebê finalmente em casa.

Cada vez que a mãe e a família se preocupam ou se remetem às necessidades do bebê é uma maneira de trazê-lo concretamente para a junto deles, ou seja, é uma oportunidade da imaginação já trazer aquele pitoquinho para o quarto onde vai ficar, usando as roupinhas e até mesmo já brincando, e dessa forma já ir ocupando o seu espaço dentro da família. E assim, tudo o que será só dele vai ocupando o espaço que ele não preenche por enquanto.

Organizar o quarto, decorar e lotar de mimos também pode ser uma forma da mãe se sentir competente perante as primeiras tarefas maternas, principalmente quando se trata do primeiro filho… Além disso, a conexão com o passado dos pais pode vir a tona, naquele sapatinho feito pela avó, no brinquedo que ‘sempre quis ter quando era criança’ e servir como uma fonte de conexão com o bebê, à medida que escolhe a cadeira de amamentação ou o trocador, que são móveis de extrema troca entre pais e bebê.

Diante dessas importâncias descritas, eu citaria uma como sendo a mais destacada para as mamães ansiosas… Dar atenção e focar nos preparativos, distrair com os detalhes pode ser uma boa maneira de diminuir a tensão e aquela ansiedade de ficar contando nos dedos o quanto falta para a chegada do bebê, principalmente no último mês; famoso por ser o mais longo da gestação, néé?? hehehe

Para as mães de segunda ou terceira viagem, é muuito legal incluir os filhos mais velhos nessa expectativa e na arrumação, pedir (e aceitar também) a opinião, deixar que ele escolha alguns detalhes, afinal.. ele também é parte da família e com certeza uma chance para que ele diminua o sentimento de ‘será que meus pais vão gostar mais do novo bebê do que de mim?’.

Vamos finalizar esse bate papo tranquilizando as mamães que não sentem vontade de arrumar o quartinho, de se preocupar com os detalhes, muitas vezes com aquelas que já passaram por perdas anteriores. Façam tudo conforme a vontade de vocês ordenar, não forcem do tipo ‘quarto mês preciso ver isso, quinto mês isso…’, claro que precisam se organizar, inclusive financeiramente, porém não forçar. Vejam como se sentem melhores, peçam ajuda de alguém em quem confiem e sintam-se seguras!

E para vocês, como foi? Contem pra gente!!

Até a próxima,

Beijinhos!!

Depressão Pós Parto

 

Afinal, o que é a Depressão Pós Parto? Como identificar?

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Você já deve alguma vez ter ouvido algo no assunto ou até mesmo conhecer alguém que passou por isso, porque de 20 a 40% das mães são afetadas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

Trata-se de um importante problema de saúde que afeta tanto a saúde da mãe quanto o desenvolvimento do bebê e caracteriza-se por um quadro clínico, que normalmente pode surgir durante as quatro semanas após o nascimento do bebê.

Os sintomas mais comuns são: irritabilidade, choro frequente, sentimentos de desamparo e desesperança, falta de energia e motivação, transtornos alimentares e do sono, pensamentos suicidas, além de sentimentos de incapacidade de cuidar do filho e dificuldades para enfrentar a nova configuração sociofamiliar.

Juntamente com os sintomas emocionais, a mãe sofre uma série de mudanças hormonais que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão. Além disso, há também a situação de estresse e preocupação com a nova fase que está por vir e uma mudança brusca na rotina e na identidade desta mãe também recém nascida.

E devemos ter muito cuidado com julgamentos e pré-conceitos: ter Depressão Pós Parto não significa que a mulher não quer, não ame ou não acolheu seu bebê recém chegado. Trata-se apenas de um desajuste emocional, que deverá ser tratado com acompanhamento especializado, medicação ou reposição hormonal e psicoterapia. Dessa forma, será possível que a mãe volte a se sentir fortificada, e tenha condições de cuidar e amar seu bebê de maneira plena.

Daíla Dias Nani

Psicóloga Clínica – Fale com ela!

CRP 06/113617

 

 

“Meu filho tem medo”. Como ajudá-lo?

Crianças podem ter inúmeras formas de demonstrar insegurança, o medo perante uma situação nova, um objeto estranho ou até mesmo de barulhos fortes pode ser uma delas. E isso é normal. A maioria desses desconfortos tendem a desaparecer conforme a criança vai se adaptando ao mundo, explorando e conhecendo as coisas que o rodeiam, não é de uma hora para outra… Pelo contrário, pode demorar meses e talvez até mais de um ano. Por isso, é preciso ter uma boa pitada de paciência, jogo de cintura, e claro, amor sempre!

E aí que muitas mães e pais ficam na dúvida de como agir e reagir perante as manifestações de medo dos filhos. O mais comum é a resposta que tanto estamos acostumados a ouvir: “Não precisa ter medo” – a tentativa, em vão, de convencer o filho a racionalmente não sentir aquilo. Então, o que dizer? O que fazer?

Costumo dizer que devemos ‘estar junto’ e ‘sentir junto’. Não rir, não tirar sarro. Aquele medo ou sensação ruim é de verdade, ele (a) realmente está sentindo aquilo e não deve ser menosprezado por isso. É o momento dele (a) sentir segurança, de ouvir “Sei que isso te assusta, mas eu vou estar aqui do seu lado e não vou te deixar. Se for preciso te pego no colo.”

Claro que fora de um ambiente de contato com o medo (pode ser de animais, de fantasias, de barulhos) pode-se colocar a criança perante uma história em que isso apareça e mostrar como as pessoas costumam a driblar seus medos. Conte a ela também quais eram os seus medos quando era criança, diga que adultos também sentem medo.

Outra sugestão: explique bem detalhadamente, por exemplo se o medo for do barulho do secador de cabelo, explique sua função, fale que tem um motor dentro. Depois disso, coloque a criança em contato de maneira segura, claro que não durante uma crise de medo, mas em algum momento da sua rotina mostre que o secador de cabelo pode ser útil para secar a roupinha dele quando cair um pouco de água, por exemplo.

Invente histórias, com os personagens preferidos ou outras crianças, em que seja preciso enfrentar a situação de perigo e sair de maneira vitoriosa.

Quem sabe vocês ‘adotam’ um super herói (pode ser um bicho de pelúcia ou mesmo em forma de boneco, para as famílias que inserem a religião na educação da criança, seria um ótimo momento para dizer que se tem um Deus Pai protetor) que teria a função de proteger a criança, que o ajudaria inclusive a conhecer pessoas novas, que poderia estar ao lado caso o medo fosse da cama nova, do escuro ou de ficar sozinho no quarto.

Não existe receita pronta. Conversem com outros pais, troquem figurinhas. Não deixem de perceber a intensidade do medo e se isso está afetando a rotina da criança, deixar de brincar, medo de tomar banho ou comer. Se isso estiver acontecendo, é hora de bater um papo com o pediatra e conforme orientação, ajuda de um psicólogo!

Querem bater um papo??

mundogestante@gmail.com

Beijos!!

Amamentar é mais que alimentar!

Bom dia mamães!!

Já que a importância do leite materno é muito divulgada, discutida e influenciada, vamos falar um pouquinho da amamentação além do ‘simples’ amamentar.

Vocês sabiam que durante a amamentação a comunicação entre a mãe e o filho é fortalecida?? Através da segurança do contato físico, do calor materno, do aconchego, e também das trocas de olhares. Pode ser uma excelente oportunidade para a mãe conversar com o bebê, apesar dele não entender o significado das palavras e das frases ainda, a emoção contida no som da voz materna transmitida é gratificante e relaxante para o baby.

Existem algumas situações em que a dificuldade em amamentar pode se transformar em culpa e frustração para a mãe, ou pela sua insegurança ou até mesmo pela rejeição do peito pelo próprio recém-nascido. Quando isso acontece, é importantíssimo ter o acompanhamento do pediatra perante as especificidades de cada mãe.

Apesar de todos os benefícios, não podemos esquecer daquelas mamães que não podem amamentar devido a doenças ou por outros motivos maiores… Essas podem (e devem) aproveitar cada momentinho para fortalecer o vínculos, por exemplo ao dar banho, ao trocar a fralda… enfim, durante as necessidades básicas!

E a dica final: não deixem de lotar de carinho e amor os momentos mãe-filho, mesmo as mães que alimentam através da mamadeira.

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Por hoje é só…

Beijinhos!!

 

A barriga está crescendo…

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De repente o corpo começa a mostrar para todos, principalmente para as próprias mães na moda, que a vidinha aí dentro está crescendo.. As roupas começam a não servir mais, o corpo começa a se transformar e os sentimentos envolvidos podem ser muitos, podem se misturar e podem também se intercalar.

Pesquisas apontam que essa fase de mudança corporal entre a sensualidade e a maternidade pode ser encarada de diversas formas: o barrigão pode ser motivo de orgulho e satisfação, aumento de auto estima, de cuidados também na alimentação que não existiam anteriormente; para outras esse crescimento da barriga pode gerar um desespero absurdo por imaginar perder seu corpo, símbolo de independência e desejo. Existe certo ou errado? NÃO. Sentimentos são individuais e quase personalizados, rs. Claro que de uma maneira geral eles podem se aproximar, mas é impossível todas as mães sentirem e viverem as mesmas coisas durante a espera do príncipe ou da princesa. Afinal, cada uma tem sua história de vida e vive em um contexto diferente, ok??

Realmente serão 9 meses de intensas mudanças físicas e psicológicas também, vocês devem sentir o quanto estão cada vez mais sensíveis, os hormônios estão bom-ban-do!!! 😉

Quando procurar ajuda de um psicólogo? É muito complicado dar uma receita para isso, mas quando os sentimentos passarem a ser SOFRIMENTOS ou começarem a afetar a saúde física colocando em risco a mamy ou o tesourinho, pára tudo!!! É um super alerta!!

E você? Conta pra gente o que está sentindo nesse momento de mudança no corpo… Compartilhar é sempre bom e faz bem!!!

Muitos beijos nas barriguinhas ou barrigões…

 

Depressão: como identificar?

O assunto de hoje ainda é gerador de muitas dúvidas nas mamães e em seus familiares, porque sabemos que as alterações de humor durante a gravidez são frequentes, mas como identificar se os sentimentos de desânimo e apatia precisam ser acompanhados mais de perto por um profissional?

Bom, é comum que mesmo as mães mais animadas e dispostas em algum momento da gravidez fiquem cansadas. Cansadas não só fisicamente, das intermináveis vontades de fazer xixi, da azia inseparável e dos pés inchados, mas também do estado geral do seu corpo e das suas ansiedades e fantasias, simplesmente “Cansei de estar grávida.”

E aí, muitas se perguntam: “Será que estou ficando louca?” e outras ainda têm medo de expor esse sentimento com medo do julgamento das pessoas de fora. Se você também já passou por isso ou conhece alguma mamãe que está passando, acalmem-se!!! Claro que é normal esse esgotamento, são tantas mudanças ao mesmo tempo e isso pode cansar sim.

O que devemos tomar bastante cuidado e atenção é se essa desmotivação passa a ser frequente e interferir nas atividades do dia a dia, ou seja, na FREQUÊNCIA, nas CONSEQUÊNCIAS e nas REAÇÕES. E, se a partir dessas observações da própria mamãe e também das pessoas que a cercam concluírem que realmente será necessário procurar ajuda de um psicólogo, faça isso para o seu bem estar e também do bebê!!!

Pelo menos 10% das gestantes sofrem de depressão durante a gravidez, apesar da depressão mais comentada ser após o parto.

Outras dicas, além da terapia, para que você se sinta melhor durante a gravidez: pratique exercícios físicos, se organize para não ficar muito atarefada e aumentar sua ansiedade e converse bastante com pessoas de sua confiança!!

Por hoje é isso queridas!!

Um beijo