POR QUE FAZER UM ENSAIO GESTANTE?

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Olá Pessoal. Meu nome é Bruna Tiso, sou de Itu/SP e me considero uma fotógrafa desde quando começaram a surgir as câmeras digitais, bem ruizinhas, há um bom tempo, tipo, há uns 10 anos. Sempre gostei muito de fazer isso. E, de tanto me incentivarem, acabei levando mais a sério. Comprei uma câmera digital profissional que eu sempre sonhei. A partir dela é que começaram a surgir trabalhos amadores, mas que, ao longo do tempo, foram naturalmente se tornando profissionais. A paixão por fotografar e eternizar momentos que ninguém, além dela (a foto), um vídeo ou da sua própria memória (cuidado, ela às vezes pode falhar), é o que me motiva e inspira a fotografar momentos.

À convite da loja mãe na moda e de uma parceria nota mil que temos juntas, estou aqui para falar um pouquinho sobre ensaio gestante. Mais precisamente dos ‘por quês’ de não deixar de fazê-lo e outras coisinhas mais.

Bem, vamos lá.

Muitas mulheres já engravidam e ao longo dos meses vão se imaginando e salvando inspirações até chegar a hora de fazer o tão sonhado ensaio gestante. Muitas outras simplesmente nem pensam nisso, por ‘n’ motivos. A maioria porque não se acha fotogênica (talvez porque nunca tiveram um fotógrafo profissional atrás das câmeras), ou porque durante a gravidez se ache inchada ou com a autoestima lá embaixo. Todo meu respeito. Mas quer saber? Na dúvida, faça! Simplesmente faça. Um das últimas gestantes que fotografei falou exatamente isso, que durante toda a gestação evitou bravamente tirar fotos, de qualquer tipo. Ela só me procurou de tanto que insistiram para ela “não deixe de fazer o ensaio”. Pois bem, depois de eu entregar as fotos do ensaio a ela, recebi um lindo agradecimento e um feedback gratificante: “foi a única vez durante a gravidez toda que me achei linda”.

Abaixo listo mais alguns motivos.

  • É uma diversão: No começo a maioria das pessoas se sente tímida, sem jeito nenhum para fotos. O fotógrafo experiente tenta descontrair e deixar todo mundo bem relaxado. Eu, por exemplo, prezo pela naturalidade das fotos. Sem muitas poses. A descontração e espontaneidade rendem sempre as melhores fotos!
  • Não cansa: O ensaio não deve durar mais que 1 ou 2 horas. Sabemos que as gestantes se sentem naturalmente mais cansadas neste período. O ideal é fazer entre a 32ª e 36ª semana, quando a barriguinha já está bem crescida e a gestante não se sente ainda muito inchada/cansada.
  • Aumenta a Autoestima: Sim. Como falei ali em cima, fotos profissionais evidenciam ainda mais a beleza natural de quem está sendo fotografado. E nem precisa de edição. Que mulher que não gostaria de se sentir linda nas fotos, ainda mais grávida? Seja você, não precisa de superprodução. Um look bem escolhido (de preferência da Mãe na Moda rs), uma make básica (ou não) e um sorriso no rosto, é o suficiente.
  • Você terá fotos para sempre: Escolha um profissional competente e que você se identifique com seu trabalho, veja todo o portfólio dele antes. Fotógrafos profissionais tem um olhar diferenciado, fotografam com a luminosidade certa, sugerem poses inusitadas e criativas, têm sensibilidade e paciência durante este momento.

Em suma, fazer um ensaio completo de gestante, resume-se a ter fotos de qualidade (isso inclui a resolução das fotos que ficam ótimas para impressão de álbuns e até mesmo pôsteres) para guardar e mostrar para o seu filho, netos, bisnetos, amigos e família toda e também postar nas redes sociais. É não ter ficar ‘caçando’ depois de alguns anos uma única foto bonita da gravidez para o seu filho levar na escola para fazer aquele trabalho sobre família ou homenagem no dia das mães. Na verdade, ter um Book Gestante é ter a difícil missão de escolher as melhores, já que o ensaio rende tantas fotos lindas.

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Mala da Mamãe para a Maternidade

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Muitas vezes pela ansiedade da mãe, alguns itens para uso próprio acabam sendo esquecidos. Por isso fizemos uma listinha que toda Mãe na Moda precisa para se preparar para o dia tão esperado e não esquecer de nada!

2 ou 3 Pijamas / Camisolas com botões ou abertura para amamentar : é aconselhável levar no mínimo 2 devido ao sangramento do parto;

4 ou 5 Calcinhas confortáveis e que caibam absorventes grandes : aposte em calcinhas que você já tenha usado pelo menos 1 vez e tenha sido confortável;

Penhoar ou hobie: peça opcional para você se sentir melhor ao receber as visitas e até mesmo para circular no corredor do hospital, caso seja necessário, assim não precisa sair com o pijama;

Chinelo ou rasteirinha: dependendo da estação do ano que o parto acontecer, o chinelo de quarto recebe melhor as meias, em caso contrário, em pleno verão a rasteirinha cai muito bem para dar um toque diferente. Não esqueça do chinelo de borracha e que você possa usar para molhar  no banho;

Higiene pessoal: escova de cabelo, de dente, pasta, shampoo, condicionador e creme hidratante. Para as mamães que querem sair bem na foto, a maquiagem básica como corretivo para olheiras, batom e rímel são imprescindíveis. Porém, não esqueçam de levar somente o que já estão habituadas a usar, pois não é hora de arriscar a ter uma alergia, né?! ;

Absorventes: pelo menos uma embalagem de noturno, afinal independente do tipo de parto, é normal ter sangramento;

Carregadores de celular, máquina fotográfica, baterias;

Para as que tomam alguma medicação diariamente, sempre perguntem aos médicos e enfermeiros como proceder , nunca levem a medicação e tomem sem consultar;

Lembrancinhas e o enfeite de porta;

-E, por último, a roupa para sair da maternidade 🙂

A roupa para sair da maternidade deve ser confortável em primeiro lugar. Jamais, em nenhuma hipótese, roupas apertadas ou que faz bastante tempo que não usa, afinal, ao sair da maternidade o corpo estará se reformulando e em adaptação. Se for verão, os vestidos com botões na frente ou de alça são excelentes sugestões, assim você consegue abrir ou abaixá-las para amamentar. Para o inverno, vestidos com manga longa, calças confortáveis e blusas com aberturas e fáceis de colocar.

Se vocês lembrarem de algum item que não esteja aqui, nos contem!!!!

Depressão Pós Parto

 

Afinal, o que é a Depressão Pós Parto? Como identificar?

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Você já deve alguma vez ter ouvido algo no assunto ou até mesmo conhecer alguém que passou por isso, porque de 20 a 40% das mães são afetadas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

Trata-se de um importante problema de saúde que afeta tanto a saúde da mãe quanto o desenvolvimento do bebê e caracteriza-se por um quadro clínico, que normalmente pode surgir durante as quatro semanas após o nascimento do bebê.

Os sintomas mais comuns são: irritabilidade, choro frequente, sentimentos de desamparo e desesperança, falta de energia e motivação, transtornos alimentares e do sono, pensamentos suicidas, além de sentimentos de incapacidade de cuidar do filho e dificuldades para enfrentar a nova configuração sociofamiliar.

Juntamente com os sintomas emocionais, a mãe sofre uma série de mudanças hormonais que podem contribuir para o desenvolvimento da depressão. Além disso, há também a situação de estresse e preocupação com a nova fase que está por vir e uma mudança brusca na rotina e na identidade desta mãe também recém nascida.

E devemos ter muito cuidado com julgamentos e pré-conceitos: ter Depressão Pós Parto não significa que a mulher não quer, não ame ou não acolheu seu bebê recém chegado. Trata-se apenas de um desajuste emocional, que deverá ser tratado com acompanhamento especializado, medicação ou reposição hormonal e psicoterapia. Dessa forma, será possível que a mãe volte a se sentir fortificada, e tenha condições de cuidar e amar seu bebê de maneira plena.

Daíla Dias Nani

Psicóloga Clínica – Fale com ela!

CRP 06/113617