Usar salto na gravidez pode?

Fizemos uma pesquisa a respeito das opiniões de fisioterapeutas, quiropraxistas e médicos.

A primeira resposta de todos foi: “é melhor não”. Alguns justificaram que nem mesmo para a mulher em seu dia a dia é recomendado saltos que sejam muito altos, outros em seguida disseram que devido ao inchaço dos pés e sobrecarga na coluna, o sapato mais indicado para esse período são os confortáveis, ou seja, nada que possa incomodar. Além de todas essas justificativas, ainda os físicos de plantão nos ajudam a entender que, a medida que a barriga cresce, o ponto de equilíbrio se modifica… E, com isso, os saltos poderiam até mesmo causar quedas!! Melhor não, né? 😉

Masss mesmo com toda a comprovação científica, existem aquelas mães que não abrem mão de um salto enquanto ainda conseguem.. A atriz Blake Lively do seriado Gossip Girl foi flagrada em NY toda estilosa e equilibrada em um generoso salto!!! Vejam se vocês gostam:

Apresentação1

Créditos: Revista Quem

Um beijo!! Até a próxima..

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Dilemas de grávidas: o que vestir?

A revista Claudia publicou essa semana uma reportagem no seu cantinho ‘M de Mulher’ e a blogueira gestante Juliana Ali deu dicas para as mães que sempre estão na moda, como vocês!!

 

Assistam:

 

Beijoos!!

Animais de estimação: ter ou não?

Assunto que na maioria das vezes causa dúvidas, inseguranças e receio nos pais, principalmente levando em consideração a responsabilidade que gira em torno do bichinho.

Se a família não possui ainda nenhum bicho, uma das dicas é que espere até os 3 anos da criança, no caso da escolha de um gato ou cachorro.. Afinal, cuidar de um bebê já inclui horários fora da rotina e cuidados extremos, cuidar de um bebê e também de um animalzinho pode piorar mais as coisas, pois ele também terá que se adaptar ao novo lar. Massss, se os papais querem contar realmente com a ajuda da criança para cuidar do animal, podemos considerar a partir dos 10 anos.

A psicóloga Natércia Tiba, especializada em crianças e adolescentes, afirma que o convívio com animais é muito saudável porque ajuda no processo de desenvolvimento da criança. “Ela irá exercitar o senso de responsabilidade. Além disso, passará a trabalhar seus sentimentos como a auto-estima, a alegria, a tristeza, a frustração, a tolerância e a compreensão”, afirma a psicóloga.

Há situações que tornam a presença de um animalzinho ainda mais indicada no lar. Nos casos em que os pais trabalham e os pequenos ficam muito sozinhos, o bicho de estimação faz companhia e estimula o desenvolvimento afetivo. O animal também ocupa um lugar de destaque na casa onde há irmãos que brigam muito: o bichinho torna-se o foco de atenção e proporciona um relacionamento mais saudável entre as crianças.

A decisão de levar para casa um cachorro, um gato, um papagaio, um periquito ou qualquer que seja a espécie do bichinho deve ser tomada pelo amor que ele inspira. “O animal nunca deve ser tratado como um brinquedo. Aquele que serve para algumas horas e depois é largado pelos cantos“, alerta Natércia. A psicóloga aponta que nem tudo será um mar de rosas na convivência com o animal, mas os pais devem usar justamente estes momentos para a educação dos filhos.

Na maioria das vezes, a criança vai gostar de estar ao lado do animal, mas também haverá situações em que pode sentir raiva. Isso pode ocorrer no caso do bichinho não a obedecer, fazer xixi fora do lugar ou morder suas coisas. Provavelmente, a primeira reação do pequeno será bater ou gritar. “É aí que os adultos devem interceder e explicar que o animal não sabe o que está fazendo e orientar a criança de forma a aprender a lidar com ele com respeito e dedicação”, completa.

Fonte: Pediatria em Foco.

 

“Meu filho tem medo”. Como ajudá-lo?

Crianças podem ter inúmeras formas de demonstrar insegurança, o medo perante uma situação nova, um objeto estranho ou até mesmo de barulhos fortes pode ser uma delas. E isso é normal. A maioria desses desconfortos tendem a desaparecer conforme a criança vai se adaptando ao mundo, explorando e conhecendo as coisas que o rodeiam, não é de uma hora para outra… Pelo contrário, pode demorar meses e talvez até mais de um ano. Por isso, é preciso ter uma boa pitada de paciência, jogo de cintura, e claro, amor sempre!

E aí que muitas mães e pais ficam na dúvida de como agir e reagir perante as manifestações de medo dos filhos. O mais comum é a resposta que tanto estamos acostumados a ouvir: “Não precisa ter medo” – a tentativa, em vão, de convencer o filho a racionalmente não sentir aquilo. Então, o que dizer? O que fazer?

Costumo dizer que devemos ‘estar junto’ e ‘sentir junto’. Não rir, não tirar sarro. Aquele medo ou sensação ruim é de verdade, ele (a) realmente está sentindo aquilo e não deve ser menosprezado por isso. É o momento dele (a) sentir segurança, de ouvir “Sei que isso te assusta, mas eu vou estar aqui do seu lado e não vou te deixar. Se for preciso te pego no colo.”

Claro que fora de um ambiente de contato com o medo (pode ser de animais, de fantasias, de barulhos) pode-se colocar a criança perante uma história em que isso apareça e mostrar como as pessoas costumam a driblar seus medos. Conte a ela também quais eram os seus medos quando era criança, diga que adultos também sentem medo.

Outra sugestão: explique bem detalhadamente, por exemplo se o medo for do barulho do secador de cabelo, explique sua função, fale que tem um motor dentro. Depois disso, coloque a criança em contato de maneira segura, claro que não durante uma crise de medo, mas em algum momento da sua rotina mostre que o secador de cabelo pode ser útil para secar a roupinha dele quando cair um pouco de água, por exemplo.

Invente histórias, com os personagens preferidos ou outras crianças, em que seja preciso enfrentar a situação de perigo e sair de maneira vitoriosa.

Quem sabe vocês ‘adotam’ um super herói (pode ser um bicho de pelúcia ou mesmo em forma de boneco, para as famílias que inserem a religião na educação da criança, seria um ótimo momento para dizer que se tem um Deus Pai protetor) que teria a função de proteger a criança, que o ajudaria inclusive a conhecer pessoas novas, que poderia estar ao lado caso o medo fosse da cama nova, do escuro ou de ficar sozinho no quarto.

Não existe receita pronta. Conversem com outros pais, troquem figurinhas. Não deixem de perceber a intensidade do medo e se isso está afetando a rotina da criança, deixar de brincar, medo de tomar banho ou comer. Se isso estiver acontecendo, é hora de bater um papo com o pediatra e conforme orientação, ajuda de um psicólogo!

Querem bater um papo??

mundogestante@gmail.com

Beijos!!

Cesárea sem urgência pode trazer riscos à mãe e ao bebê

Agendar um parto por conveniência de data, signo ou qualquer outro motivo é arriscado tanto para a mãe como para o bebê. A obstetra Andrea Campos explica que um dos principais riscos é a prematuridade. “Apesar da idade gestacional, aquele bebê ainda não havia dado sinais de maturidade pulmonar, que costuma desencadear o trabalho de parto”, comenta a médica.

A médica explica que as semanas de gestação são baseadas na ultrassonografia e que ela pode errar para mais e para menos.

“Existe uma margem de erro de sete dias para o ultrassom realizado no início da gravidez, e essa margem de erro vai aumentando no decorrer da gravidez, podendo chegar a quatro semanas nos ultrassons do final da gestação”, comenta. Ou seja, nem sempre um bebê que estaria a termo (entre 37 e 42 semanas) está realmente pronto para nascer.

Ela explica que com isso há maior risco de desconforto respiratório e necessidade de internação em UTI neonatal. “Também há mais taxa de mortalidade neonatal e risco de obesidade e doenças alérgicas na vida adulta”, explica.

Segundo o obstetra Renato Kalil, 12% dos bebês que nascem em cesáreas eletivas passam pela UTI –em parto normal, esse índice é de 3%. “Esse bebê não foi preparado para o parto”, diz. “Não é raro ter um acúmulo de líquido pulmonar. E isso leva a uma pneumonia no berçário”, completa.

Já para a mãe uma cirurgia pode desencadear mais hemorragia, maior risco em uma segunda gestação, entre outros problemas, como infecção puerperal e até mortalidade materna, dizem os especialistas.

“A mãe tem riscos porque o útero não está preparado. Quanto mais evolui a gestação para o final, o segmento uterino afina. Quanto antes opera, esse segmento está grosso, e há muito chances de uma hemorragia”, explica ele, que lembra que a cesariana só pode ser indicada após 39 semanas de gestação, e em casos específicos, como riscos à mãe.

Andrea diz que é muito comum médicos atenderem os pedidos de suas pacientes apesar de a Figo (Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia) considerar essa prática antiética pois traz riscos tanto para o bebê como para a mãe.

GIOVANNA BALOGH (Colaborou NATÁLIA CANCIAN)

Fonte: Maternar – Blog Folha de São Paulo.

Dicas para amenizar as dores na coluna

Bom dia segundona de setembro!!

O post de hoje é um vídeo super bacana, do programa Bem Estar da Globo.

Ele é curtinho, vale a pena ver as dicas para amenizar as dores na coluna que costumam aparecer durante a gestação!!!

Beijinhos!!

Limites: a sua importância para a educação dos filhos

Antigamente se ouvia muito dizer que os pais eram rígidos e que a educação era extremamente severa. Já nos dias de hoje, podemos observar pais permissivos, com dificuldade para estabelecer o equilíbrio entre os limites necessários e a liberdade.

Existe uma fórmula mágica entre os dois extremos? Ser permissivo ou ser autoritário?

Nenhum dos dois. Ambos são extremamente nocivos para a educação dos filhos!

A falta de limite para as crianças gera insegurança à medida que pode ser interpretado como uma falta de importância para as coisas que faz. Segundo o psiquiatra Içami Tiba, em seu livro ‘Disciplina, limite na medida certa’:”Uma criança satisfeita dá liberdade para os pais. Estando insatisfeita, exige atenção o tempo inteiro”.

Esse limite é fundamental que seja imposto em concordância entre os pais, os dois devem estar cientes e ‘falarem a mesma língua’ para que a criança sinta confiança na relação, aprenda a importância do diálogo e de ter tudo bem esclarecido.

Como dosar? Bom senso. Nada melhor do que o bom senso no momento da decisão, os limites precisam ser claros, bem estabelecidos e aliados a uma boa dose de amor! A disciplina é uma excelente maneira do filho se sentir amado, e esta pode ser feita através de uma rotina bem desenvolvida, com horários inclusive para brincadeiras e para ter o tempo livre. Não adianta lotar o filhote de afazeres, além de esgotado, ele pode perder a chance de aproveitar e curtir os momentos ‘sem nada marcado’ onde poderia desenvolver sua criatividade, ou, simplesmente de fazer o que gosta.

Os limites estão intimamente ligados com a formação da personalidade da criança, por isso muito importante que seja tomado cuidado, mas o principal e fundamental deixo aqui: são os exemplos dentro de casa!! Os filhos são a imitação e reflexo do que convivem, sentem e veem…

Fica um vídeo ótimo que diz isso:

Espero que tenham gostado!!
Beijinhos